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Cadeia Pública de Espigão é desativada e detentos levados para outros presídios

A operação para a remoção dos apenados aconteceu na manhã de sábado (10).

Depois de várias décadas funcionando na Rua Paraná no centro da cidade a cadeia pública de Espigão do Oeste foi desativada pelo governo do estado em uma operação às pressas.

A remoção dos detentos aconteceu na manhã de sábado (10) com o emprego de viaturas de transporte de detentos (Bonde) e viaturas de segurança.

No total foram removidos 76 apenados dos regimes fechado e semiaberto, sendo que 40 apenados do regime aberto continuam na cidade cumprindo a pena nas condições impostas pela justiça (uso de tornozeleira).

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Segundo informações preliminares dos 76 apenados foram distribuídos para os presídios de Pimenta Bueno (46), Rolim de Moura recebeu (10) e o presídio de Cacoal (20).

A população desses municípios que receberam os apenados usou as redes sociais para reclamar dessa situação criada pela secretaria de segurança do estado.

Moradores de Pimenta Bueno denunciaram nos grupos de Watts App das péssimas condições do presidio local com vários registros de fuga. A população está apreensiva com essa superlotação no local.

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Por outro lado, o município de Espigão do Oeste se livrou da problemática que era a permanência dos apenados no presidio local, porem várias entidades perderam a parceria através da APAC onde apenados de bom comportamento tinham o direito de trabalhar extramuros.

A prefeitura municipal através da Semosp a décadas vinha usando a mão de obra de apenados através da parceria com a APAC. O quartel da Policia Militar também mantinha um projeto de ressocialização através de uma marcenaria que usava exclusivamente mão de obra de reeducando.

Autor: Luizinho Carvalho/Cientista Social.