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Opinião: Os velhos “Candidatos Competentes” começam a aparecer!

Em Espigão do Oeste a cada final de semana aparece um candidato novo ao cargo de deputado. A turma não perde um evento seja ele futebol, casamento, velório, onde tiver uma aglomeração eles surgem com o velho e manjado jargão “Também sou Candidato”.

Alguns são velhas figurinhas carimbadas, candidatos cujo limite não passa do primeiro degrau na política (vereador), mas insistem em anunciar voos mais altos sem se importarem de virarem chacotas nas rodas de conversa. É a velha turminha onde sobra “Cara de Pau”, e falta votos.

No cenário atual sem a presença da “Tuty” (a mãe de todos na língua Tupi Monde´) ex-deputada Lúcia Tereza a turma de “Candidato Competente” (competem em todas eleições) está se assanhando com a quase certeza que agora dá para emplacar o antigo sonho de ser deputado, mas se esqueceram de combinar isso com o eleitor.

Espigão do Oeste promoveu um fato inédito na política na última eleição para a Assembleia. Conseguiu unir toda uma sociedade em torno de um único nome para a disputa. Ledo engano quem imagina acertar outra “Latada Dessa”.

A eleição passada até os céus conspirou para que tudo desse certo, a eleição estrondosa da ex-deputada Lúcia Tereza estava “Escrito nas Estrelas” tamanha foi a mobilização da sociedade em torno de um sonho de ter um parlamentar após mais de uma década e meia de longo jejum.

Agora a realidade é outra, o cenário é outro e o que parece os “Caras Pálidas” ainda não entenderam o recado da história. A cada evento que acontece na cidade ou no interior surgem os competentes com a mesma conversa “Sou candidato a deputado”, ainda bem que o eleitor passou a gostar da piada.

Respeitando a Constituição que garante a “todo cidadão o direito de votar e ser votado”, o eleitor a partir de agora terá a árdua tarefa de separar o “Joio do Trigo” e votar naquele que realmente possa ter êxito na sua propositura.

A desabalada carreira para ser candidato mostra muito bem que o que mais temos em Espigão são candidatos “Competentes”. Não por capacidade, mas por vaidade mesmo, pois competem em todas as eleições.

Uma disputa para uma cadeira na Assembleia é coisa séria, é uma briga para “Cachorro Grande” e não uma eleição para “Presidente de Bairro” onde a quantidade de votos é menor. A partir de agora o eleitor precisa começar a separar os “Homens dos Meninos” e levar mais a sério essa questão.

Está na hora de passar na peneira essa turma de pretendentes a “Político Profissional” que insiste em permanecer no cenário mesmo não tendo o mínimo de capacidade para desempenhar a função. E já dizia o grande filosofo “Paulão Borracheiro”: Cachorro velho não aprende truque novo! Vocês ainda querem pagar prá ver?

Autor: Luizinho Carvalho/Cientista Social