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Pacarana: Já começa a faltar água tratada nas casas do distrito

“Todo ano começou a seca é a mesma coisa”, afirmou a moradores da comunidade.

Pacarana localizado na divisa com o Mato Grosso distante a 87 km da sede do município começa a enfrentar um sério problema nesse início da estiagem com a falta de água tratada nas torneiras das casas.

A falta de água no distrito foi denunciado por moradores a reportagem do site Folhaespigao que esteve no Pacarana e visitou o sistema de captação e tratamento de água que atende a comunidade.

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O sistema de captação localizado as margens do Rio Pacarana distante a 5 km da estação, é alimentado por uma bomba que constantemente sofre avarias, inclusive a queima com frequência.

Outro problema citado pelos moradores é a falta de controle da água distribuída nas residências (as casas não tem hidrômetro e boia nas caixas) acarretando o desperdício da água tratada.

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“Tem residencias que a água cai das caixas e derrama pelo quintal, se tivesse relógio tenho certeza que isso não iria acontecer”, afirmou. Como a água não é tarifada no distrito, muitos não se preocupam em controlar o consumo.

O desperdício acaba prejudicando outros que ficam sem água, sem contar o desperdício de produtos que são usados para o tratamento e a energia gasta para alimentar as bombas funcionando.

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O uso excessivos danificam as bombas que frequentemente queimam e o sistema para. Moradores indagados pela são a favor de que haja a instalação dos relógios nas casas para haver o controle do desperdício.

“A prefeitura tem que fazer alguma coisa para resolver essa situação que volta a cada seca”, afirmou a moradora, questionando a falta de consideração da prefeitura e dos vereadores com a população do Pacarana.

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“Entra ano e sai ano é sempre assim, nem os dois vereadores aqui do distrito toma uma providencia para resolver essa falta de água”, criticou a senhora ao mostrar sua caixa vazia e a torneira aberta sem uma gota de água.

Cabe a prefeitura fazer sua obrigação, buscar alternativas para solucionar esse empasse de décadas no distrito. A população apontou uma saída, instale os relógios, cobre pelo produto, mas que ele não venha a faltar nas casas.

Fonte/Fotos: Luizinho Carvalho/Cientista Social